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O Custo Real de Usar Resina de Poliuretano Genérica na Sua Produção | Blog
O Custo Real de Usar Resina de Poliuretano Genérica na Sua Produção | Blog

Por: InovaPur

Resinas

O Custo Real de Usar Resina de Poliuretano Genérica na Sua Produção

Você já parou para calcular quanto custa uma linha de produção parada por 2 horas?

A maioria das indústrias não faz essa conta. E quando faz, se assusta com o resultado.

O problema é que muitos custos passam despercebidos no dia a dia: um tempo de cura que não bate com o ritmo da linha, uma viscosidade inadequada que gera desperdício, uma dureza fora do padrão que resulta em refugo.

São detalhes. Mas detalhes caros.

Neste artigo, vamos mostrar de forma prática e com números reais quanto pode custar usar uma resina de poliuretano que não foi desenvolvida especificamente para o seu processo.

Por Que a Maioria das Indústrias Não Percebe o Problema

A resposta é simples: o problema é invisível no curto prazo.

Uma resina genérica “funciona”. Ela cumpre a função básica. O produto sai da linha.

Mas funcionar não é o mesmo que funcionar bem.

E a diferença entre os dois aparece em pequenos sinais que, somados ao longo do mês, geram um impacto financeiro significativo:

  • A linha fica parada alguns minutos a mais esperando o material endurecer
  • O operador precisa aplicar mais produto porque a viscosidade não está ideal
  • Algumas peças voltam porque a dureza não ficou dentro do esperado
  • A equipe faz hora extra para compensar atrasos na entrega

Cada um desses pontos, isolado, parece pequeno. Mas quando você soma tudo no final do mês, o custo é alto.

A Conta Que Ninguém Faz: Um Exemplo Real

Vamos a um exemplo prático para você visualizar melhor.

Cenário: Uma linha de encapsulamento de capacitores que produz 1.000 unidades por dia.

Problema: A resina utilizada tem tempo de cura inadequado para o processo. Ela demora mais do que deveria para endurecer completamente.

Resultado: A linha fica parada por 2 horas por dia esperando o material curar.

Impacto direto:

  • 250 unidades não produzidas naquele dia (considerando produção de 125 unidades/hora)
  • 3 operadores em ociosidade durante essas 2 horas
  • Custo de mão de obra sem produção correspondente
  • Material já aplicado que pode precisar ser descartado se não curar corretamente
  • Risco de atraso na entrega ao cliente final

Agora multiplique isso:

Se esse problema acontece 2 vezes por semana, são 500 unidades perdidas por semana.

Em um mês, são 2.000 unidades que não foram produzidas.

E isso considerando apenas o impacto direto na produção. Não estamos contando:

  • Custo de retrabalho quando o material não sai conforme esperado
  • Horas extras necessárias para compensar os atrasos
  • Desgaste da equipe lidando com problemas recorrentes
  • Perda de credibilidade com o cliente final por atrasos

Estudos indicam que plantas industriais perdem em média 323 horas de produção por ano com falhas operacionais. E grande parte dessas falhas está ligada a matérias-primas que não foram desenvolvidas para o processo específico.

Os 3 Principais Vilões da Ineficiência

Na nossa experiência atendendo indústrias de diversos segmentos, identificamos 3 fatores que mais geram problemas quando a resina não é personalizada:

1. Tempo de Cura Inadequado

O tempo de cura precisa estar alinhado com o ritmo da sua linha de produção.

Se a resina endurece rápido demais, o operador não consegue aplicar corretamente. Se demora demais, a linha fica parada esperando.

E aqui entra um detalhe que muita gente não considera: o tempo de cura muda com a temperatura ambiente.

Uma resina que funciona bem no inverno pode dar problema no verão, e vice-versa. Por isso, a formulação precisa levar em conta as condições reais de aplicação.

2. Viscosidade Fora do Padrão

A viscosidade afeta diretamente a aplicação do material.

Se a resina é muito fluida, ela escorre, desperdiça, suja o processo e dificulta o controle de quantidade aplicada.

Se é muito viscosa, dificulta a aplicação, pode não preencher completamente os espaços necessários e gera mais esforço do operador.

O resultado: desperdício de material, processo sujo e dificuldade de manter a qualidade constante.

3. Propriedades Mecânicas Desalinhadas

Dureza, resistência a impacto, flexibilidade: cada aplicação exige propriedades específicas.

Quando essas propriedades não estão alinhadas com o que o produto final precisa, o resultado é refugo, retrabalho e cliente insatisfeito.

E o pior: muitas vezes o problema só aparece depois, quando o produto já está na mão do cliente final. Aí o custo é ainda maior.

Resina de Prateleira vs. Resina Personalizada

A maioria dos fornecedores de poliuretano trabalha com produtos prontos.

Eles têm uma linha de resinas padronizadas e você precisa escolher a que mais se aproxima da sua necessidade.

O problema é que “mais se aproxima” não é “foi feita para você”.

Resina de prateleira:

  • Formulação genérica para múltiplas aplicações
  • Você adapta seu processo ao produto
  • Pouco ou nenhum suporte técnico após a venda
  • Prazo de entrega geralmente longo
  • Preço pode ser mais baixo, mas o custo total é maior

Resina personalizada:

  • Formulação desenvolvida para o seu processo específico
  • O produto se adapta ao seu processo
  • Suporte técnico completo, antes, durante e depois da venda
  • Prazo de entrega ágil para clientes com demanda previsível
  • Preço pode ser maior, mas o custo total é menor

A diferença está no resultado: produtividade, previsibilidade e eficiência operacional.

Como Calcular o Custo Real na Sua Indústria

Se você quer saber quanto está perdendo com ineficiências, faça este exercício:

Passo 1: Calcule quantas unidades você produz por hora 

Passo 2: Identifique quanto tempo de linha parada você tem relacionado a problemas com a resina (tempo de cura, retrabalho, ajustes) 

Passo 3: Multiplique o número de unidades não produzidas pelo valor de cada unidade 

Passo 4: Some o custo de mão de obra ociosa durante esse tempo 

Passo 5: Adicione custos de material desperdiçado e retrabalho

O número final provavelmente vai te surpreender.

A Solução: Personalização Técnica com Suporte Completo

Na InovaPur, trabalhamos de forma diferente.

A gente não vende resina. A gente vende solução.

Nosso processo começa entendendo o seu processo:

  • Como é a aplicação?
  • Qual o ritmo da linha?
  • Quais as condições ambientais?
  • Qual o resultado esperado no produto final?
  • Quem vai aplicar o material? (isso importa para definir até o peso da embalagem)

Com base nessas informações, desenvolvemos uma formulação exclusiva para você.

E não paramos por aí.

Fazemos o acompanhamento técnico presencial, garantindo que a aplicação seja feita corretamente e que o resultado seja o esperado.

Porque não adianta ter o melhor produto se a aplicação não for adequada.

O Diferencial Está nos Detalhes

Alguns exemplos de personalização que fazemos:

  • Ajuste do tempo de cura conforme o clima da sua região (resina para o frio cura diferente da resina para o calor)
  • Viscosidade específica para o tipo de aplicação e equipamento utilizado
  • Dureza exata conforme a necessidade do produto final
  • Embalagens personalizadas por peso, considerando até o gênero do operador que vai manusear

Pode parecer detalhe. Mas é o detalhe que faz a diferença entre um processo eficiente e um processo problemático.

Conclusão: Eficiência é Sobre Escolher Certo

Usar uma resina genérica pode parecer mais simples no curto prazo.

Mas quando você soma linha parada, desperdício, retrabalho e todos os custos ocultos, a conta não fecha.

A personalização técnica não é luxo. É estratégia de eficiência operacional.

E eficiência não é sobre “funcionar”. É sobre funcionar do jeito certo, no tempo certo, com resultado previsível.

Se você quer calcular quanto está perdendo no seu processo atual ou entender como uma resina personalizada pode aumentar sua produtividade, entre em contato com a InovaPur.

A ciência que transforma resina em resultado.

📞 Agende uma visita técnica

Vamos entender seu processo e mostrar como a personalização pode aumentar sua eficiência.